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Responsabilidade Ambiental

Responsabilidade Ambiental – Hamburgo, a cidade que quer retirar os carros das ruas

Segunda maior cidade alemã inicia plano de mobilidade para tirar carros das ruas. Hamburgo começa a por em prática um projeto para ligar as maiores áreas verdes do município através de ciclovias e vias para pedestres, possibilitando o deslocamento por toda a cidade sem a necessidade de automóveis

A chamada Rede Verde (Grünes Netz) deve ser construída nos próximos 15 a 20 anos e as vias para pedestres e bicicletas ligarão todos os parques, reservas, playgrounds, jardins comunitários e cemitérios dos sete distritos do município, que correspondem a 40% da área total de Hamburgo. Aumentando o número de ciclovias e vias para pedestres e diminuindo o acesso dos carros, espera-se que a utilização de automóveis seja reduzida substancialmente.

(Imagem: Prefeitura de Hamburgo/Envolverde)

(Imagem: Prefeitura de Hamburgo/Envolverde)

(Imagem: Prefeitura de Hamburgo/Envolverde)

Atualmente, Hamburgo é considerada uma das melhores cidades para se viver no mundo, mas um de seus pontos fracos é o transporte: seus oito milhões de residentes têm como principal meio de locomoção os veículos particulares.

“Outras cidades têm anéis verdes, mas a Rede Verde de Hamburgo será única, cobrindo da área de periferia ao centro da cidade. Em 15 a 20 anos será possível explorar a cidade exclusivamente de bicicleta e a pé”, colocou AngelikaFritsch, porta-voz do departamento de planejamento urbano e meio ambiente de Hamburgo, ao jornal The Guardian.

“Para garantir que o plano integre toda a cidade, uma equipe trabalhará com uma pessoa de cada um dos sete distritos da região metropolitana. Unir esses espaços garantirá que todos os residentes poderão desfrutar de acesso à natureza e de um passeio sustentável”, afirma o plano.

Além disso, ainda mais áreas verdes serão acrescentadas, aumentando para sete mil hectares esses locais na cidade e imediações, que, além de servirem de vias para os pedestres e ciclistas, permitirão a realização de outras atividades de lazer, e serão utilizados até mesmo para conectar habitats de animais silvestres, permitindo que eles cruzem o município sem o risco de serem atropelados.

“[A Rede Verde] oferecerá oportunidades às pessoas de caminhar, nadar, fazer esportes aquáticos, desfrutar de piqueniques e restaurantes, vivenciar e observar a natureza e a vida selvagem bem no meio da cidade. Isso reduz a necessidade de pegar o carro para passeios de fim de semana fora da cidade”, observou Fritsch.

Dados do Escritório Climático do Norte da Alemanha do Instituto para Pesquisas Costeiras afirmam que, nos últimos 60 anos, a temperatura média do município aumentou em 1,2ºC para uma média de 9ºC. Nesse mesmo período, o nível do mar em Hamburgo aumentou 20 centímetros, e prevê-se que aumentará outros 30 centímetros até 2100.

Por isso, além de contribuir para aumentar a qualidade de vida da população, o plano visa ajudar no combate às mudanças climáticas – reduzindo as emissões do setor de transporte – e diminuir o risco de enchentes, que aumentou com a elevação do nível do mar.

Felizmente, a cidade não é a única a adotar essa estratégia; Copenhagen, capital da Dinamarca, também tem projetos para desenvolver um planejamento urbano mais sustentável e que combata as mudanças climáticas.

Uma das ações do município dinamarquês, por exemplo, será desenvolver ruas levemente convexas, para que a precipitação não se acumule nas vias e escorra para o meio-fio, onde será coletada. Um dos efeitos das mudanças climáticas em Copenhagen será o aumento no número e intensidade de chuvas e tempestades.

A ideia é que o plano de adaptação climática da cidade, que recentemente ganhou o prêmio Index Design Award, fique pronto até 2033. Atualmente, o município já é conhecido por ter um dos sistemas cicloviários mais abrangentes do mundo.

“Essas medidas contribuirão para uma maior qualidade de vida em Copenhagen. Temos que considerar o que constituirá uma cidade de sucesso no futuro”, comentou Morten Jastrup, analista do Sustainia, um centro de pesquisa da capital dinamarquesa.

Jéssica Lipinski, Carbono Brasil

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Sustentabilidade – Bicicletas elétricas sustentáveis

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É lançado no mercado Brasileiro as bicicletas elétricas que são uma boa pedida para aqueles que não curtem subir muitas ladeiras pedalando, ou que percorrem longas distâncias.

a bicicleta elétrica eCycle Ecostart, é fabricada no Brasil e conta com assistência técnica especializada, garantindo tranquilidade e segurança em seu produto. A Bike Elétrica ECOSTART consume menos de um centavo por quilômetro rodado (conforme tarifas locais da concessionária Elektro de Leme-SP em maio de 2011).

Potencia inteligente conforme demanda: de 350 (controlador do motor distribui a potencia de acordo com a demanda de esforço do mesmo). A maior autonomia de bicicletas elétricas no mercado brasileiro. A bicicleta elétrica eCycle Ecostart faz até 25 km por carga na bateria, conforme o terreno e o peso total transportado. Caso o condutor pedale juntamente com o funcionamento do motor esta autonomia aumentará consideravelmente e o esforço do condutor é mínimo. Com a tecnologia da bicicleta elétrica eCycle, é possível o condutor usar somente a aceleração, sem precisar pedalar. Pode ainda usa-la como uma bicicleta normal, somente pedalando ou ainda pedalar e acelerar juntamente. São diversas opções para facilitar o seu percurso.

Sustentabilidade: Amigas do meio-ambiente e da sustentabilidade sendo um veículo limpo, sem emissão de carbono durante a condução. Faróis de LED com longa vida e baixo consumo energético. Bateria com componentes recicláveis.

 

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Vídeos interessantes – Desmitificando o vegetarianismo.

Vídeo sobre vegetarianismo que de uma forma leve, divertida e descontraída responde as perguntas mais comuns dos carnista. Basicamente é uma conversa musicada com base no diálogo de uma vegetariana e um não vegetariano ,que tem dúvidas acerca da alimentação vegetariana, e ela vai respondendo as mais variadas questões sobre a saúde dos vegetarianos, a aparência, o que acontecerá com os animais se todos parassem de comer carne, etc. Divirta-se e informe-se de forma rápida e prática.

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Boas Notícias – Campanha sustentável semeia muda na Serra do Gandarela

plantaCampanha sustentável que semeia muda nas regiões mais destruídas da Serra do Gandarela e que ao mesmo tempo divulga e estimula nas redes sociais a discussão sobre a exploração da Serra e a construção do Parque Nacional da Serra do Gandarela.

Gandarela é uma enorme área de mata nativa, campos e cerrado e é considerada uma das mais importantes na cadeia, com biomas de Mata Atlântica, vegetação rupestre, e expansão de cangas ferruginosas. E essa região está ameaçada de ser explorada de forma indiscriminada, como ação colaborativa para ajudar a preservar a região, a Ikebana Floricultura na savassi BH está dando continuidade na campanha “Plante uma árvore”, que teve início em Janeiro de 2013. A criação do parque nacional vai ajudar na preservação da Mata Atlântica, das nascentes, lagoas, cavernas, cachoeiras e grutas, além das quase extintas cangas ferruginosas. Além disso, ajudará a manter no habitat diversos animais, como lobos-guarás, antas, veados campeiros e centenas de espécies de pássaros.

Gandarela está localizada a 40 km de Belo Horizonte MG, entre os municípios de Barão de Cocais, Caeté, Santa Bárbara, Rio Acima, Raposos e Itabirito e, é também uma das maiores manchas de Mata Atlântica do estado de Minas Gerais. Como ação alternativa, para contribuir com a preservação da região a Ikebana, Floricultura na savassi BH, está plantando mudas endêmicas nas áreas mais prejudicadas pela mineração com a ajuda de blogueiros. E o próximo plantio está marcado para o mês de Outubro, data mais propícia por causa do clima. A cada link postado que divulgar a campanha Plante uma Árvore em seus blogs/sites uma muda será semeada. O monitoramento do plantio é divulgado através do blog da floricultura.

A flora também está doando mudas do cerrado durante a campanha: ipê amarelo, ipê branco, sucupira, pata de vaca, tamarindo e peroba. Basta vir a Floricultura Ikebana Flores – Av. Getúlio Vargas, 1697, Savassi; de 2ª feira a 6ª feira, no horário de 10h00 as 19h00.*Crédito: Paula Ferreira, do Coletivo Cirandar.

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Política – Deputado Marcelo Freixo, em defesa dos Índios é surpreendido por ataques de bombas

Freixo

Nesta sexta-feira, 22/3/13, o Batalhão de Choque da Polícia Militar invadiu a Aldeia Maracanã. Durante entrevista, o deputado estadual Marcelo Freixo é interrompido por bombas de gás lacrimogêneo.

Fala Sério, quantas vezes você já viu um deputado indo a campo defender os interesses do povo como ele fez? Não é a primeira vez que ele faz isso, o legislador foi até inspiração para o personagem do filme Tropa de Elite 2, o Deputado Fraga, que luta contra as melícias é um retrato do Marcelo Freixo na vida Real. Mas voltando ao assunto, esse é um relato de quem estava na cena e retrata o ocorrido:

Defensores públicos chegaram cedo ao lugar, além de membros do legislativo, como o Deputado Marcelo Freixo, Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara do Estado do RJ. A conversa foi inócua: a proposta do governador era a remoção dos índios rumo a um abrigo de moradores de rua, ou que se alojassem em um terreno em Jacarepaguá (barracão de uma construtora, deu no rádio, mas não posso confirmar) e ele se recusou a negociar com os defensores e parlamentares. Por volta das 11h, iniciou-se um incêndio dentro do terreno onde está a Aldeia, mas não sabemos o que ocorreu. Mais de 50 homens do batalhão de choque foram para o pequeno portão da entrada do terreno, armados, além de seus escudos e máscaras de gás, para remover as 30 pessoas que lá estavam.

Um homem que estava lá dentro na resistência pediu para sair e me relatou que a polícia estava sitiando-os, impedindo chegar alimentos ou qualquer outra coisa lá dentro; a alternativa era se render ou ser preso. E então, cinco minutos depois, o choque invadiu, para remover cerca de 20 pessoas que ainda estavam no lugar, algumas delas crianças e outras mulheres. Lançaram gás de pimenta descriminadamente e empregaram muita violência. Crianças, membros da defensoria pública, parlamentares, todos foram atingidos.

Do lado de fora, as centenas de manifestantes ocuparam a Radial Oeste. Em cinco minutos, o Batalhão de Choque nos atacou, atirando várias granadas de “efeito moral” (e físico, pois os estilhaços ferem), spray de pimenta em todos os presentes, e batendo violentamente em quem não corresse dali. Vi pessoas sangrando, pessoas caídas no chão, vi um repórter ter a perna ferida pelos estilhaços de uma granada que mandaram em nossa direção (ele estava do meu lado, a 30 metros do foco do conflito, pois estávamos fazendo fotos). Havia sangue também em sua barriga.

Todos os que estávamos por lá, mais de 500 pessoas, receberam gás lacrimogênio, pois fomos cercados e ora a polícia de um lado, ora a de outro, nos atacava, não havendo ponto de fuga. Os membros da imprensa protestavam, os manifestantes também, alvos de uma violência despropositada. A hora seguinte foi de batalha campal. E de sadismo, policiais que gritavam “voltem para a floresta, seus índios”, ou que riam de nós por não termos as máscaras para nos proteger do gás. Cheguei em um deles, pedi para poder sair dali, disse que não era do Rio, era turista, questionei tanta violência, e ele me disse “pois estamos fazendo isso daqui é para vocês, turistas, mesmo. Só estamos cumprindo ordens”. E não havia por onde escapar, a não ser uma passarela interditada que consegui subir, através do canteiros de obras do Maracanã.

A polícia passou a atacar apenas de um lado, arrastando todos os manifestantes centenas de metros na Radial Oeste. Dezenas de bombas disparadas, tiros de borracha, ataques a indivíduos que tentavam correr para ajudar seus amigos, feridos, caídos na rua (“não pode entrar aí, tá cercado!”). Até que foram encurralados na UERJ, cerca de 300 metros do foco original da guerra iniciada pela Tropa de Choque do Sérgio Cabral. Cercado pela polícia à esquerda, que impedia o acesso rumo à Aldeia Maracanã, e pela polícia à direita, que sitiava os manifestantes (os repórteres já tinham corrido dali, agredidos e assustados, vi um repórter chorando, inclusive), entrei no canteiro de obras do Maracanã – todos os trabalhadores assistiam estarrecidos a guerra. Lá, consegui sair e vir rumo a minha casa.  (Relato de Bruno Nogueira Guimarães FONTE)

HistóricoMUSEU DO INDIO ABANDONADO

Construído em 1862, o edifício alvo da disputa abrigou o antigo Serviço de Proteção ao Índio – fundado pelo marechal Cândido Rondon em 1910 – e o Museu do Índio. Desde 1978, no entanto, o prédio ficou abandonado e foi ocupado em 2006 pelos membros da chamada Aldeia Maracanã.

Em outubro do ano passado, o governo estadual formalizou a compra do terreno, que pertencia à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), órgão ligado ao Ministério da Agricultura.

Cerca de 60 índios moravam no local, entre eles 40 adultos e 20 crianças. A aldeia abrigava índios de diversas etnias, entre elas pataxós, tukanos, apurinãs e guajaj

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