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História

Essa matéria nos leva a lugares no tempo e espaço, onde aprendemos muito sobre o que acontece hoje!

História – O maior suicídio coletivo da história

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Jim Jones conquistou uma legião de seguidores ao criar a seita estadunidense e igreja “Templo dos Povos”. Também ficou conhecido mundialmente, em 18 de novembro de 1978, como mentor do maior suicídio em massa, com 918 mortos por envenenamento.

A história de sua igreja começa em 1954, quando Jones criou a Peoples Temple Christian Church Full Gospel (Templo dos Povos). Sua seita crescia cada vez mais e Jones até cogitou trazê-la para o Brasil no período em que aqui fixou moradia. Contudo, por causa de conflitos internos de sua igreja em Indiana, o pastor regressou aos EUA, passando, no caminho, pela então colônia britânica da Guiana.

Após denúncias motivadas pela deserção de oito jovens membros da igreja em 1973, o grupo dirigente do Templo se fechou em torno de Jones e sua liderança pessoal. A partir de então, relatos de ex-membros registram planos e simulações de suicídio coletivo, entre outros relatos de tentativas de estupros por parte de Jim Jones.

Finalmente, em 1974, Jones comprou um pedaço de terra na Guiana e resolveu criar Jonestown, levando diversos seguidores de sua seita junto. Porém, as denúncias contra o pastor aumentavam cada vez mais e, dessa vez, incluíam acusações de sequestro de crianças, filhos de ex-integrantes que haviam abandonado o templo.

Depois de inúmeros apelos de pais que acusavam Jones de sequestrar seus filhos, em novembro de 1978, o Congresso dos Estados Unidos autorizou uma viagem de Leo Ryan, congressista democrata, para a Guiana, com a assistência de repórteres da NBC, para investigar as acusações de sequestro movidas contra Jones, bem como informações de que os membros da comunidade em Jonestown viviam miseravelmente.

Ao chegar em Jonestown, Ryan foi recebido muito bem pela comunidade e proferiu cometários positivos sobre a seita. Entretanto, no dia seguinte, quando sua comitiva planejava regressar aos EUA, alguns seguidores de Jim Jones resolveram que voltariam juntos do político. Essa atitude, caracterizada pelo pastor como traição, criou um clima de tensão e, ao se direcionarem a pista de decolagem, a comitiva de segurança de Jim Jones alvejou o avião, matando Leo Ryan, mais 3 repórteres da NBC e uma ex-seguidora. Foi a única vez em que um congressista dos Estados Unidos foi assassinado no cumprimento do dever.

Assim que chegou a notícia da morte de Ryan, à noite, Jones pôs em prática o suicídio em massa de toda a comunidade de Jonestown, para o qual já havia feito treinamento anteriormente (embora tenha dito que o veneno não era real) em reuniões chamadas de “noites brancas”. Os membros da comunidade foram induzidos a beber um composto líquido (na forma de suco de sabor uva), contendo potássio, cloreto de cianeto e substâncias sedativas.

Foram 918 mortos, incluindo mais de 270 crianças.

O texto foi produzido pela página: Imagens Históricas

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Curiosidades – O que é Diáspora

O termo diáspora (em grego antigo, διασπορά – “dispersão“) define o deslocamento, normalmente forçado ou incentivado, de grandes massas populacionais originárias de uma zona determinada para várias áreas de acolhimento distintas. Em termos gerais, diáspora pode significar a dispersão de qualquer povo ou etnia pelo mundo. Vamos para alguns exemplos de grandes diásporas:

A maior diáspora que se tem conhecimento foi a diáspora africana, também chamada de Diáspora Negra que foi o fenômeno sociocultural e histórico que ocorreu em países além África devido à imigração forçada, a África teve seu povo e suas terras invadidas pelas potências estrangeiras, que incitavam brigas entre tribos para trocar seus prisioneiros por especiarias. Antes da escravização dos africanos, a maior parte dos territórios africanos era governada por seus próprios reis, rainhas, chefes de clãs e de linhagens, em impérios, reinos, comunidades e unidade políticas de porte e natureza diversas. As sociedades africanas tinham suas religiões, cultuavam suas divindades e apresentavam uma boa organização familiar. Essa diáspora foi motivada por fins escravagistas mercantis que perduraram da Idade Moderna ao final do século XIX.

O tráfico de seres humanos para o outro lado do Atlântico foi, por séculos, uma das mais rentáveis atividades do mundo mercantilista, a ponto de se tornar impossível precisar o número exato de africanos que foram arrancados de seu habitat natural para servir de mão de obra forçada em outros continentes.

A diáspora negra foi grande responsável por a mistura de culturas e etnias no Brasil.

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Biografia – Alfred Nobel

O conjunto de prêmios mais famoso do mundo é o Prêmio Nobel. Concedido para a mais destacada realização nas áreas de literatura, paz, economia, medicina e ciências, eles foram criados há um século por Alfred B. Nobel (1833-1896), um homem que fez fortuna produzindo explosivos; entre outras coisas, Nobel inventou a dinamite.

O que motivou este sueco fabricante de munições a dedicar sua fortuna a homenagear e recompensar aqueles que beneficiaram a humanidade?


A imortalidade não está no tempo que você viveu, mas sim em como você viveu.

A criação dos Prêmios Nobel ocorreu por um acaso. Quando faleceu o irmão de Nobel, um jornal publicou um longo obituário de Alfred Nobel, por engano, acreditando que fora ele a falecer. Assim, Nobel teve uma oportunidade concedida a poucas pessoas: ler seu próprio obituário ainda em vida. Aquilo que ele leu o horrorizou: o jornal o descreveu como um homem que tornara possível matar mais pessoas, mais rapidamente, que qualquer outro que jamais tinha vivido.

Naquele momento, Nobel percebeu duas coisas: que ele seria lembrado daquela maneira, e que não era assim que ele desejava ser lembrado. Pouco depois, ele estabeleceu os prêmios. Hoje, devido ao que ele fez, todos estão familiarizados com o Prêmio Nobel, ao passo que relativamente poucos sabem como ele construiu sua fortuna. O personagem de Shakespeare, Marco Antônio, estava errado: o bem que fazemos permanece vivo depois que deixamos este mundo. Para a maioria de nós, é o legado mais importante que deixamos para trás.

Pensar sobre como seria o próprio obituário pode motivar alguém a repensar como está passando sua vida. Nenhum panegírico jamais disse como a pessoa se vestiu bem, viveu de maneira extravagante, teve férias fabulosas, dirigiu um carro caríssimo, ou construiu a casa mais luxuosa. Nunca ouvi alguém sendo elogiado por ser tão ocupado no trabalho que não achava tempo para estar com os filhos. Um telefonema para alguém que está solitário; um ouvido atento a uma pessoa com problemas; longas caminhadas com nossos filhos, dizer muito obrigado ao cônjuge e a D’us, cumprir mitsvot (atos de bondade e santidade) – estes são a própria essência da vida!
As pessoas mais pranteadas não são as mais ricas ou mais famosas, ou as mais bem-sucedidas. São as pessoas que enriqueceram a vida de outros. Foram bondosas. Foram carinhosas. Tinham um senso de responsabilidade. Sempre que podiam, doavam a causas de caridade. Se não podiam dar dinheiro, davam seu tempo. Eram amigos leais e membros engajados na comunidade. Foram pessoas com as quais se podia contar.

Há uma bonita história sobre o notável anglo-judeu vitoriano, Sir Moses Montefiore. Ele foi uma das figuras mais destacadas no século dezenove. Amigo da Rainha Vitória e feito cavaleiro por ela, ele se tornou o primeiro judeu a atingir um alto posto na cidade de Londres. Sua filantropia se estendia da mesma forma a judeus e a não-judeus, e em seu centésimo aniversário, o jornal London Times devotou editoriais para elogiá-lo. “Ele demonstrou” – disse o Times – “que o ardente Judaísmo e patriótica cidadania são absolutamente consistentes um com o outro.”

Uma reflexão foi especialmente tocante: Alguém lhe perguntou: “Sir Moses, qual é o seu valor?” Moses pensou por um instante e declarou um número. “Mas certamente” – disse o questionador – “sua riqueza deve ser muito maior que isso.” Com um sorriso, Sir Moses respondeu: “Você não perguntou quanto eu possuo. Perguntou quanto eu valho. Portanto, calculei quanto eu doei para caridade este ano.”

“Veja” – continuou ele – “você vale aquilo que está disposto a partilhar com os outros.”
Em 1798, o grande líder chassídico, Rabi Shneur Zalman de Liadi, foi preso por divulgar a fé religiosa (considerado ato de subversão) entre a população judaica. Enquanto ele estava na prisão aguardando julgamento, o carcereiro, certo de estar na presença de um homem sagrado, fez-lhe uma pergunta que há muito o atormentava: “Lemos no Livro de Bereshit que quando Adam e Eva pecaram, eles se esconderam entre as árvores no Jardim do Éden, e D’us os chamou: ‘Onde estão vocês?’ O que desejo saber é isto: Se D’us sabe e vê tudo, certamente sabia onde eles estavam. Por que Ele precisou perguntar ‘Onde estão vocês?’”

O Rebe respondeu: “As palavras da Torá não falavam apenas sobre aquele momento, mas por todo o tempo. Assim é com a pergunta que D’us fez a Adam e Eva. Não era dirigida apenas a eles, mas a cada um de nós em toda geração. Nós desperdiçamos nossos dias e noites com objetivos temporários, artificiais; somos consumidos pela auto-preservação e nossos prazeres, acreditamos que podemos nos esconder das conseqüências. Porém sempre, depois que perdemos nosso rumo, ouvimos a voz de D’us em nosso coração, perguntando: Onde está você?

O que fez com a sua vida? Eu lhe dei uma certa quantidade de anos; como você os está usando?”
No romance de Herman Wouk sobre a Segunda Guerra Mundial, O Motim do Caine, o personagem principal está servindo na Marinha quando recebe uma carta do pai, que está para morrer de câncer. Refletindo sobre a própria vida, na qual ele conseguiu muito menos do que tinha sonhado quando jovem, ele adverte o filho: “Lembre-se disso: Não há nada, nada, nada mais precioso que o tempo. Você provavelmente sente que tem um suprimento interminável, mas não tem. Horas desperdiçadas destroem sua vida tanto no início quanto no fim, só que no fim isso fica mais óbvio.”

Deus decide quanto tempo vai durar nosso capítulo na terra; cabe a nós tornar cada parágrafo e cada frase com um sentido. A imortalidade não está no tempo que você viveu, mas sim em como você viveu. Todo dia é um presente de D’us, e devemos usá-lo plenamente – para celebrar a vida e nos tornarmos uma bênção para os que nos cercam.

Se, Deus não o permita, você tivesse de deixar este mundo amanhã, o que diria o seu obituário? Aquilo realmente que você gostaria que ele dissesse.

Fonte:

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Curiosidades – Porque o Natal não é a data do nascimento de Jesus.

No dia 25 de dezembro se comemora o Natal nascimento de Cristo.

Mas o que muitos não sabem é que Jesus não nasceu nessa data, e muitos séculos antes de sua aparição a comemoração já existia, só que voltada pra outro deus o Sol. Quando chegava ao fim o solstício de inverno as populações pagãs, que mais tarde foram convertidas ao cristianismo, comemoravam a volta, renascimento do Sol. Assim  alguns escritores cristãos primitivos ligaram o renascimento do sol com o nascimento de Jesus.

Jesus não nasceu no dia 25 de dezembro: Segundo a Bíblia, Lucas 2:8 diz: “Ora, havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam os seus rebanhos, durante as vigílias da noite.”Isso não pode ter acontecido porque dezembro é a época de inverno costuma chover e nevar na região da Palestina portanto não havia pastagem e os pastores tiravam seus rebanhos dos campos em meados de outubro o que tornava impossível a permanência dos mesmos com seus rebanhos durante as frígidas noite, no campo. A data do nascimento de Jesus é desconhecida.

A Igreja precisava ter suas festas pra obter mais seguidores, paganizando o cristianismo, a fim de manter satisfeitas as mentes carnais do povo deu nomes cristãos a festas pagãs já existentes, essas festas pagãs comemoravam o poder reprodutivo da natureza, eram acompanhadas de bebedeiras e orgias. Pregadores cristãos, protestaram contra a forma indecente com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã a festividade pagã. Com a aprovação dada por Constantino para a guarda do nome domingo (sunday), dia em que os pagãos adoravam o Sol, e identificar o filho de Deus como o Sol físico, proporcionou a esses pagãos do século IV, agora convertidos ao cristianismo, o pretexto necessário para chamar a festa de 25 de dezembro (dia do nascimento do deus-Sol) de dia do nascimento do filho de Deus. “Ó, quão maravilhosamente agiu Providência que naquele dia em que o sol nasceu…Cristo deveria nascer”, Cipriano escreveu.. Ou seja, o Natal é a mesma festa de comemoração ao nascimento do sol só foi alterado o seu nome.

Mudanças feitas do Natal Pagão pra o Cristão:

A árvore de Natal:

É considerado por alguns como uma “cristianização” da tradições e rituais pagãos em torno do solstício de inverno, que incluía o uso de ramos verdes, além de ser uma adaptação de adoração pagã das árvores. A origem da árvore de Natal vem da antiga Babilônia, segundo a mãe-esposa de Ninrode, ela alegava que um grande pinheiro havia nascido da noite para o dia de uma árvore morta que para ela simbolizava o desabrochar da morte de seu marido para uma nova vida. E, todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela.

Papai Noel:

Na verdade São Nicolau, um bispo romano que viveu no século V, entre outros atributos dado ao santo, ele foi associado ao cuidado das crianças, a generosidade e a doação de presentes, suas dádivas oferecidas as escondidas, às três filhas de um cidadão empobrecido. Sua festa em 6 de dezembro passou a ser comemorada em muitos países com a troca de presentes. Com o passar do tempo essa comemoração se fundiu com o dia 25 passando a se adotar também no Natal essa prática de se dar presentes “às escondidas”.

A Coroa:

Que enfeita as portas de tantos lares, é de origem pagã, celebração memorial à vitalidade do mundo vegetal, as vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos, e aos esportes. São porta de entrada de deuses. Razão pela qual, em geral, se colocam as guirlandas nas portas, como sinal de boas vindas.

Velas:

O Uso de velas é um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais. A vela acendida está faz renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Mais recentemente, em lugar das velas passou-se a adotar velas elétricas, velas à pilha, e, finalmente, as luzes mas o sentido é o mesmo.

Presépio:

É um estímulo à veneração das imagens e à idolatria os adereços encontrados no chamado presépio são simbologias utilizadas na festa do deus sol. O presépio é um altar a Baal, consagrado desde a antiga babilônia.

Minha intenção não é dizer que comemorar o Natal é errado, pois essa é uma escolha que todos nós podemos fazer, mas é importante procurar saber os reais significados, causas, ou qualquer outro motivo de se comemorar algo, porque nem sempre o que nos ensinam é certo ou verdadeiro  de modo geral. Tendo em vista que a mídia, as empresas e lojas acabam distorcendo o significado que muitas  das famílias procuram em comemorar o Natal sendo a Ceia , músicas natalinas, festas de igreja, uma refeição especial, priorizando troca de presentes e cartões, exibição de decorações diferentes para gerar lucros. Levando em conta que as pessoas erroneamente comemoram o nascimento de Cristo nessa data, seria contraditório comemora-la com morte de animais inocentes e excesso de bebidas alcoólicas

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Pesquisas – A influência estrangeira na cultura brasileira

A influência estrangeira na cultura brasileira

Galera, no último sábado, dia 22/10/2010, acnteceu em Irecê no Colégio Cláudio abílio aragão o evento Contemporaneidade, onde foram abordados vários temas legais, um deles é a influência estrangeira na cultura Brasileira. Junto com o pessoal do 3º Ano EM produzi alguns vídeos sobre os temas, veja o que é relacinado ao tema acima:

A Identidade cultural na Pós-Modernidade

A cultura foi impulsionada e espelhada, na década de 50, na qual o mundo todo encontrava-se em mudança cultural nos mais variados grupos sociais.

Os anos 50 foram marcados por uma crise no moralismo rígido da sociedade. A segunda metade dos anos 50 já prenunciava os anos 60: a literatura beat, o rock de garagem à margem dos grandes astros do rock e os movimentos de cinema e de teatro de vanguarda.

Os Beatles comandam a Invasão Britânica, ou British Invasion, no rock. O Rock and Roll ganha crescente popularidade no mundo, associando-se ao final da década à rebeldia política.

O programa Jovem Guarda estréia em 1965, apresentado por Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa. O programa de tevê acaba gerando o movimento com o mesmo nome, onde os jovens tiveram pela primeira vez um espaço, lhes permitindo uma identidade própria, pois foi a primeira vez que se era dedicada aos adolescentes uma parte do cenário cultural.

Surge o Movimento Tropicália, em 1967 Com Caetano Veloso e Gilberto Gil, além de Os mutantes, Tom Zé e Torquato Neto.

Posteriormente:

Os hábitos populares foram influenciados pelos movimentos New Wave (Nova Onda) , que começou nos Estados Unidos e no Reino Unido no final dos anos 70 e começo dos 80.promovendo os estilos musicais hard-core e o havy-metal.

O Art-deco, que afetou as artes decorativas, a arquitetura, design de interiores e desenho industrial, assim como as artes visuais, a moda, a pintura, as artes gráficas e cinema

A música eletrônica ganha identidade no final da década de 80.

O rádio e a televisão tornam-se o principal meio de disseminação de cultura pop

http://pt.wikipedia.org/wiki/Década_de_1970
(Cantores, compositores, instrumentistas e bandas brasileiras)

Na década de 90:

Os gays e lésbicas passam a aparecer mais na mídia, com shows como Will and Grace, e celebridades que “saem do armário” como  Elton John e George Michael. O presidente Bill Clinton geralmente tem um ponto de vista pró-direitos homossexuais.

Seguindo o grunge, cabelos grandes e desarrumados, camisas de flanela e jeans rasgados se tornam um “uniforme”, bem como Piercings e tatuagens se tornam cada vez mais comuns.

Por: Paula Porepp

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