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Arte – De Uibaí, na Bahia para Portugal. Você pode Ajudar!

Já pensou se você fosse convidado hoje para viajar para fora do país para fazer aquele intercâmbio que você tanto queria, ou para fazer um trabalho muito engrandecedor na sua área de atuação?fafe

Pois é, foi mais ou menos isso que aconteceu com Uerla Cardoso de Uibaí, no interior da Bahia, que foi convidada pela FAFE- Cidade das Artes de Portugal, a participar de uma residência artística por três meses sediada em Portugal. Este projeto, reunirá atrizes brasileiras, portuguesas e espanholas em prol da montagem de um espetáculo teatral que posteriormente será apresentado no Brasil.

O único empecilho nisso tudo, é que o custo da viajem está fora do alcance dela. Por isso foi feita uma página para contribuições on-line para que a mesma não perca essa oportunidade ímpar.

As contribuições serão feitas pelo site Vakinha.com.br, que é o maior site de contribuições coletivas do Brasil, tendo a possibilidade de pagamento por boleto ou cartão de uma forma 100% segura

Veja alguns trabalhos dela.

Uerla é graduanda em Artes Cênicas na Escola de Teatro da UFBA e integrante do grupo teatral Coletivo Duo de Salvador.

Par fazer a contribuição clique no botão abaixo:

clique aqui para acessar

 

O campo de comentários abaixo está disponível para que possam ser tiradas as dúvidas, também no site da Vakinha tem um campo para comunicar-se.

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Boas Notícias – Toxina encontrada em veneno de abelhas pode destruir o HIV

abelhaA cura definitiva para o vírus da AIDS pode estar próxima de ser descoberta. De acordo com uma pesquisa publicada no jornal Antiviral Therapy, os pesquisadores da Universidade de Washignton nos EUA, encontraram uma toxina presente no veneno de abelhas que pode auxiliar no combate ao vírus HIV.

Segundo os pesquisadores, eles conseguiram fazer com que uma nanopartícula carregada com a toxina melitina destruísse o vírus. Essa toxina é tão potente que conseguiu provocar buracos na camada do invólucro que protege o HIV. Além disso, a toxina agiu apenas contra o vírus e não destruiu outras células, o que significa que a descoberta pode ser tida como sensacional.

Antonio Gomes, fisiologista da Universidade de Calcutá, na Índia, estuda os efeitos medicinais dos venenos e vê aspectos positivos nesta nova abordagem de combate ao vírus HIV: “Há poucos relatos disponíveis no veneno baseado em tratamento contra vírus. Este tipo de pesquisa tem o potencial para avançar ainda mais para o desenvolvimento do produto”.

A toxina não atinge as células normais, porque os cientistas adicionaram uma espécie de “para-choques” de proteção em sua superfície, e quando uma célula normal se aproxima, por ser muito maior que um vírus, a nanopartícula carregada com a toxina afasta-se da célula. Já o vírus HIV é afetado e destruído porque ele, sendo menor que a nanopartícula, acaba sendo atacado por ela.

A melitina forma pequenos complexos de poros e rompe o envelope do vírus, arrancando esse envelope“, diz Joshua L. Hood, um dos pesquisadores responsáveis pelo estudo.

As células humanas que estão sendo testadas com a melitina são células saudáveis obtidas a partir de paredes vaginais. Os pesquisadores testaram essas células em especial, porque a abelha2vagina é, em grande parte dos casos, o local onde o HIV entra no corpo das mulheres.

O objetivo final da pesquisa é elaborar um gel vaginal com essas nanopartículas da toxina da abelha, que seria eficaz na prevenção da disseminação do vírus HIV.

Pesquisar e produzir nanopartículas não são tarefas das mais fáceis. É por isso que esse gel terá que passar por inúmeros obstáculos dentro do próprio laboratório antes de se tornar um remédio que garanta resultado.

Segundo o pesquisador de Biotecnologia da Universidade do Porto, em Portugal, Bruno Sarmento, o desafio é produzir essas nanopartículas de forma robusta e homogênea para garantir que todo o produto terapêutico seja de fato eficaz.

O pesquisador ainda acrescenta: “Para um gel vaginal com esta tecnologia seria necessário propriedades adesivas para garantir que as nanopartículas permaneçam no lugar certo, e evitem que o vírus entrem na corrente sanguínea”.

Embora ainda haja prós e contras, é visível que a ciência se aproxima cada vez mais de uma solução definitiva que combata esse vírus que já matou milhões de pessoas em todo o mundo.

FONTE

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